“Até 2024, prevemos abrir uma dezena de novos centros auto”, Eduardo Santos, da Roady

“Até 2024, prevemos abrir uma dezena de novos centros auto”, Eduardo Santos, da Roady

A estratégia de expansão da Roady, até 2024, passa por acrescentar uma dezena de novos centros auto aos 33 já pertencentes à rede. Eduardo Santos, administrador, acredita que o crescimento do grupo é para manter.

Com uma estratégia bem definida, os centros auto Roady continuam a fazer o seu caminho no mercado nacional. Os números continuam positivos, reflexo da saúde do próprio Grupo Os Mosqueteiros em que estão inseridos, mas o foco principal está no futuro.

Em entrevista ao Jornal das Oficinas, Eduardo Santos, administrador da rede no nosso país, levantou o véu dos objetivos para os próximos tempos.

Qual o balanço da atividade dos centros auto do Grupo Os Mosqueteiros, nestes primeiros nove meses do ano, comparativamente ao ano passado?
A Roady encerrou 2018 com 37,5 milhões de euros de volume de negócios em Portugal, cerca de um ponto percentual acima do valor alcançado no ano anterior. Em relação a este ano, o crescimento é notório, mas é ainda prematuro avançar com valores definitivos.

O que pode adiantar sobre os resultados financeiros do grupo?
O Grupo Os Mosqueteiros encerrou 2018 com um volume de negócios global de 2,2 mil milhões de euros, o que correspondeu a um crescimento de 10% em relação ao ano anterior. Em Portugal, o grupo totaliza 320 pontos de venda, que represen- tam três insígnias: Intermarché, Bricomarché e centros auto Roady.

Em abril deste ano, inauguraram mais um centro auto, em Chaves. São já 33 as casas aderentes à insígnia do Grupo Os Mosqueteiros. Existe algum número ideal de centros autos previstos para Portugal?
Para o corrente ano (2019), o Grupo Os Mosqueteiros traçou como meta o aumento contínuo do parque de lojas. A estratégia, integrada num plano de expansão, até 2024, prevê a abertura de cerca de uma dezena de novos centros auto, o que cons- titui uma oportunidade para os empreendedores e investidores portugueses que pretendem criar o seu próprio negócio. Ou para aqueles que, já tendo oficina própria, pretendem integrar a nossa rede, que se insere no maior grupo de distribuição multi iinsígnia da Europa.

Que critérios deverá ter uma casa que pretenda aderir ao grupo?
As condições de adesão ao grupo, válidas para qual- quer uma das insígnias, passam por ter disponibilidade de capital, estar motivado a criar o seu próprio negócio e ser uma pessoa dinâmica, ter boa capa- cidade de gestão e liderança, não exercer outra atividade profissional, ter disponibilidade geográfica e ter disponibilidade para uma formação a tempo in- teiro de seis meses (com metodologias teórica e prá- tica). O capital necessário para integrar o grupo é de 200 mil euros para Intermarché, 105 mil euros para Bricomarché e 75 mil euros para Roady.

A geografia é, também, uma questão a ter em consideração no momento da adesão?
A localização dos centros auto é sempre definida pela insígnia e mediante as oportunidades que surgem. É um processo que obriga a uma avaliação minuciosa de um conjunto de fatores, como a área de venda, a área da oficina, o local e o número de elementos da equipa, entre outros.

Que zonas do país falta cobrir?
Não existem propriamente zonas que estejam por cobrir. Temos uma boa mancha, com opções de norte a sul do país. A decisão de localização dos próximos centros auto será baseada naquelas que sentimos serem as necessidades dos clientes, associadas a boas oportunidades que surjam.

Não perca a entrevista completa na edição de novembro de 2019 do Jornal das Oficinas.

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Do mesmo Autor: Bruno Castanheira

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