“Estamos a apostar fortemente nos compressores de ar condicionado”, Ricardo Barros, da ABA

“Estamos a apostar fortemente nos compressores de ar condicionado”, Ricardo Barros, da ABA

Fundada, em maio de 1985, por Ricardo Barros, com quem o Jornal das Oficinas esteve à conversa no início deste novo ano, a Auto Barros – Acessórios, Lda. (ABA) tem vindo a crescer e a desenvolver-se. Hoje, conta com três estabelecimentos e é, incontornavelmente, umas das referências nacionais em alternadores e motores de arranque. A aposta forte nos compressores de ar condicionado da marca ALANKO é uma das novidades da empresa sediada em seixezelo, freguesia do concelho de Vila Nova de Gaia.

Com 55 anos de experiência no setor, Ricardo Barros é uma das figuras de proa do aftermarket nacional. Ou não tivesse ele, em maio de 1985, fundado a Auto Barros – Acessórios, Lda. (ABA), empresa de referência em alternadores e motores de arranque.

Com uma equipa de 14 pessoas, cerca de 3.000 clientes ativos e mais de 100 fornecedores, a ABA conta com três estabelecimentos: Seixezelo (sede), Porto e Lisboa. Para nos falar sobre o percurso da organização, fazer o balanço do ano transato e revelar as novidades introduzidas, ninguém melhor do que o próprio Ricardo Barros.

Pode fazer-nos uma descrição histórica da Auto Barros – Acessórios, Lda. (ABA)?

A empresa iniciou a sua atividade em nome individual. Começou por adquirir artigos a firmas já existentes no setor e a revendedores de oficinas locais. Eu próprio efetuava visitas/vendas no exterior, em várias zonas do país. O negócio foi-se desenvolvendo deste modo e formou-se a empresa, que consiste numa sociedade por quotas, sendo os sócios eu e a minha esposa (Maria Adelaide Barros). A Auto Barros – Acessórios, Lda. foi evoluindo e crescendo, até iniciar a importação de artigos diretamente de fábricas estrangeiras, de forma gradual e sustentada.

Qual foi a ideia que presidiu à criação da ABA?

A ideia de criar a Auto Barros – Acessórios, Lda. deu-se porque sempre trabalhei nesta área. E como nos últimos tempos tinha sido comissionista de outra empresa, decidi, acreditando que podia ir mais longe, criar a minha própria organização. Sempre fui ambicioso.

Quais considera terem sido os pontos altos no percurso da empresa?

Começaram quando decidimos construir, de raiz, a nossa sede, admitir comerciais para vários pontos do país e importar cada vez maior diversidade de artigos de forma a satisfazermos as necessidades dos clientes, com qualidade e a preços competitivos. A firma foi crescendo de forma controlada e sempre com espírito de seriedade e honestidade junto de clientes e fornecedores.

Quantos colaboradores tem, atualmente, a ABA? Quantos eram no início da atividade?

Dispomos, atualmente, de 14 colaboradores a trabalhar connosco. Quando iniciámos a nossa atividade, em maio de 1985, éramos três: eu, a minha esposa e um funcionário.

Leia a entrevista na íntegra na edição de fevereiro de 2020 do Jornal das Oficinas.

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Do mesmo Autor: Bruno Castanheira

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