ANECRA emite novo comunicado sobre diretivas do Governo

ANECRA emite novo comunicado sobre diretivas do Governo

A ANECRA emitiu um novo comunicado sobre as medidas aplicadas pelo Governo referentes ao Estado de Emergência que foi decretado em Portugal. Em baixo, poderá ler parte do comunicado que transcrevemos, podendo, através do link, aceder ao documento na íntegra.

“Vivemos todos um momento extremamente critico, carregado de grandes incertezas e com consequências absolutamente imprevisíveis. Dificilmente, ao dia de hoje, podemos prever quais os reais impactos que esta situação terá nas nossas vidas, nas suas diferentes vertentes: saúde pública, económica, social e política.

Não temos dúvida que, neste momento, a primeira prioridade é tentar garantir por todos os meios possíveis que esta pandemia seja rapidamente controlada e com as menores consequências possíveis do ponto de vista da saúde pública.

No entanto, não podemos (nem devemos) deixar de juntar a nossa voz a todos aqueles que têm vindo a alertar para as gravíssimas consequências que a atual situação, de quase absoluta paralisia da atividade económica, pode significar, nomeadamente para o elevadíssimo risco do disparo de falências de empresas e de desemprego em larga escala. O setor que representamos, o automóvel, tem uma importância fundamental e de absoluta relevância para a economia portuguesa.

A ANECRA, que é a maior e mais antiga associação do setor automóvel e que representa mais de 3.200 empresas, na sua grande maioria micro e pequenas empresas, regozija-se e saúda o lançamento das medidas de carácter extraordinário que o Governo anunciou recentemente. Algumas das quais em linha com o que, em tempo útil, reclamamos, muito em concreto os casos da flexibilização e agilização do regime de lay-off ou da criação de uma linha de crédito acessível também às empresas do nosso setor.

Tivemos, de igual modo, oportunidade de, publicamente, manifestar o nosso agrado pelo facto de, ao abrigo do Estado de Emergência, o setor de assistência e reparação automóvel, assim como a venda de peças e acessórios, fossem considerados essenciais.

Dito isto, não podemos deixar de lançar um repto público, para que algumas das medidas extraordinárias lançadas pelo Governo devam ser simplificadas, agilizadas e, em alguns, casos reforçadas, sob o risco de as mesmas não chegarem a produzir o efeito desejado, com todas as consequências desastrosas que daí adviriam para o nosso tecido empresarial”.

Pode ler o comunicado na íntegra aqui.

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Joana Calado

Do mesmo Autor: Joana Calado

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