“Vamos precisar de todos para ultrapassar esta crise”, Rodrigo Ferreira da Silva, ARAN

06 - rodrigodasilvaARAN

Eleito há, precisamente, um ano, Rodrigo Ferreira da Silva, presidente da direção, é o rosto da “nova” ARAN. Em género de balanço do seu (ainda curto) reinado, concedeu uma entrevista ao jornal das oficinas, numa altura em que o setor automóvel atravessa, porventura, o período mais negro da sua história.

Uma certeza, porém, existe: a ARAN tudo fará para a almejada recuperação. Até porque, como refere o seu responsável máximo, “todos vamos precisar de todos para ultrapassar esta crise”

A ARAN (Associação Nacional do Ramo Automóvel) nasceu a 29 de maio de 1940 sob o nome Grémio das Oficinas de Reparação de Automóveis e Indústrias Anexas do Norte, através de alvará que aprova os seus estatutos, área geográfica e âmbito de atividade, emitido pelo Sub-Secretariado de Estado e Previdência Social.

A história deste organismo de utilidade pública fica, invariavelmente, marcada pelo seu ex-líder, António Teixeira Lopes, que faleceu, em Paris, no dia 20 de outubro de 2017, quando se preparava para assumir a presidência da Associação Europeia de Reparadores de Automóveis. Apesar desta enorme perda, a ARAN manteve-se inabalável na defesa dos interesses do setor, em geral, e dos seus associados, em particular, colhendo os frutos dos ensinamentos deixados por António Teixeira Lopes.

Agora, em 2020, ano em que comemora oito décadas de existência, a associação apresenta-se com uma nova imagem, depois de, em maio de 2019, Rodrigo Ferreira da Silva ter sido eleito o novo presidente da direção.

O rebranding de que a ARAN foi alvo (novo tipo de letra, novas cores) teve como base a identificação dos aspetos mais representativos da sua antiga identidade visual, bem como a incorporação de novos elementos, mais vinculativos ao setor. “Precisávamos de mostrar que queremos evoluir. Não esquecemos a nossa história, riquíssima, no apoio aos associados e ao setor, mas tínhamos de deixar bem claro que estamos prontos a adaptar-nos para podermos preparar o futuro”.

As palavras de Rodrigo Ferreira da Silva, presidente da direção, aquando da apresentação da nova imagem da associação, assumem, hoje, mais do que nunca, outra dimensão. Quanto mais não seja porque o setor atravessa, porventura, o período mais negro da sua história devido à crise do novo coronavírus, que está a obrigar o mundo a adaptar-se numa altura em que Portugal prepara o regresso à normalidade possível.

Mesmo em tempos de pandemia, em que é difícil traçar cenários devido às incertezas que pairam sobre o futuro, o responsável máximo da ARAN concedeu uma entrevista ao Jornal das Oficinas, em género de balanço do seu (ainda curto) reinado.

Leia a entrevista completa aqui