Turbopeças: O triunfo da experiência

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A Turbo Peças nasceu em 1991, mas Fátima Barbosa, fundadora da empresa, já está neste mercado há quatro décadas, tendo conquistado ao longo dos anos, por mérito próprio o reconhecimento e admiração dos seus pares no ramo do retalho de peças auto.

Sendo uma das poucas senhoras em Portugal à frente de uma casa de peças, Fátima Barbosa nunca se sentiu constrangida no desempenho das suas funções, antes pelo contrário, como diz “Sempre recebi um carinho especial por parte dos meus concorrentes, que conhecem a minha paixão por esta profissão. Não me vejo a trabalhar noutra área, por isso exerço esta atividade nas peças para automóveis há quatro décadas”.

Período difícil e atribulado
“Durante o período de confinamento a Turbo Peças esteve sempre a funcionar, nalguns dias com horário mais reduzido, mas foram semanas de angústia e medo, pois não sabíamos se estávamos a fazer tudo bem”, refere Fátima Barbosa.

“Ainda hoje é complicado gerir a situação, porque as pessoas andam com as emoções descontroladas. Por exemplo, temos limitação no número de pessoas dentro da loja, mas há clientes que não querem esperar e querem entrar. Vêm sem máscara e temos de ser nós a fornecer-lhes uma. A nível da logística aumentei a rota e somos cada vez mais flexíveis com os horários, de modo a evitar que o cliente tenha de vir à loja levantar a encomenda”, acrescenta.

Passado o período mais crítico do confinamento a atividade está a voltar ao normal, conforme afirma Fátima Barbosa: “Os meses de março, abril e maio foram os piores a nível de quebra na faturação, mas em junho já conseguimos faturar mais do que no mês homólogo do ano passado. Estou confiante que o mercado volte em breve à normalidade.”

Membro Trustauto
A Turbo Peças é membro do grupo Trustauto há 3 anos e Fátima Barbosa elogia o trabalho de Ricardo Ribeiro, fundador do grupo, pelo dinamismo e visão que tem do negócio aftermarket. “É uma pessoa inteligente e conhecedora do setor, que está a desenvolver um projeto de futuro, no qual acredito. Por outro lado, conheço bem os restantes membros, o que facilita a comunicação e a troca de ideias”.

“Trabalhamos essencialmente com marcas premium, mas o cliente é cada vez mais exigente e por isso somos obrigados a ter várias linhas para o mesmo produto e mesmo assim não conseguimos satisfazer toda a gente. Estamos direcionados para os profissionais, e por isso nunca tive muitas vendas ao balcão, embora hoje reconheça que fiz mal, mas para isso tinha de ter balcões de vendas separados”, refere.

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João Vieira

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