{"id":18735,"date":"2021-02-17T11:00:46","date_gmt":"2021-02-17T11:00:46","guid":{"rendered":"https:\/\/jornaldasoficinas.com\/pt\/?p=18735"},"modified":"2021-02-17T08:29:43","modified_gmt":"2021-02-17T08:29:43","slug":"sucessao-nas-empresas-familiares-prioridade-ao-principal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornaldasoficinas.com\/pt\/sucessao-nas-empresas-familiares-prioridade-ao-principal\/","title":{"rendered":"Sucess\u00e3o nas empresas familiares &#8211; Prioridade ao principal"},"content":{"rendered":"<p><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-18736 size-full\" src=\"https:\/\/jornaldasoficinas.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/shutterstock_1652696044.jpg\" alt=\"02 - shutterstock_1652696044\" width=\"1024\" height=\"581\" srcset=\"https:\/\/jornaldasoficinas.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/shutterstock_1652696044.jpg 1024w, https:\/\/jornaldasoficinas.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/shutterstock_1652696044-300x170.jpg 300w, https:\/\/jornaldasoficinas.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/shutterstock_1652696044-150x85.jpg 150w, https:\/\/jornaldasoficinas.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/shutterstock_1652696044-768x436.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/strong><\/p>\n<p><strong>Ouvimos falar diariamente que os filhos assumem o lugar dos pais nas empresas da fam\u00edlia, ou de neg\u00f3cios que transitam de pais para filhos. Um normal pouco falado e t\u00e3o habitual no setor autom\u00f3vel e do aftermarket. Mas afinal o que representam, a n\u00edvel nacional, as empresas familiares?<\/strong><\/p>\n<p>O Jornal das Oficinas esteve \u00e0 conversa com Ant\u00f3nio Nogueira da Costa, especialista em Fam\u00edlias Empres\u00e1rias e Empresas Familiares, CEO da efconsulting (<a href=\"http:\/\/www.efconsulting.pt\">www.efconsulting.pt<\/a>), que nos explicou as boas pr\u00e1ticas para uma sucess\u00e3o familiar com sucesso. Segundo o especialista, n\u00e3o existe at\u00e9 \u00e0 data um sistema que permita classificar as empresas como sendo ou n\u00e3o familiares.<\/p>\n<p>No entanto, em 2018 a Universidade do Minho desenvolveu um estudo o \u201cRoadmap\u201d que permite constatar que a grande maioria das empresas nacionais s\u00e3o de origem familiar. \u201cNo entanto, nos \u00faltimos anos tem-se verificado uma tend\u00eancia de grande procura de empresas familiares para opera\u00e7\u00f5es de aquisi\u00e7\u00e3o e fus\u00e3o &#8211; tendo presente o sucesso que muitas delas alcan\u00e7am enquanto PME ou para ultrapassar impasses relacionados com a sucess\u00e3o &#8211; por parte de fundos de investimento e outros investidores\u201d, explicou Ant\u00f3nio Nogueira da Costa.<\/p>\n<p>Recorrendo ao mesmo estudo, \u00e9 poss\u00edvel depreender que mais de 50% das empresas familiares t\u00eam at\u00e9 tr\u00eas trabalhadores, e se subirmos o patamar, para menos de 10 empregados, mais de 81% das empresas encaixam-se neste setor. Cerca de 65% destas empresas n\u00e3o chega aos 250.000 mil euros e mais de 86% fatura menos de um milh\u00e3o de euros.<\/p>\n<p>Ant\u00f3nio Nogueira da Costa salienta que \u201cEstes valores refletem bem a ideia de que uma grande parte s\u00e3o de facto PME, o que n\u00e3o \u00e9 significado de um qualquer desprest\u00edgio ou menor relev\u00e2ncia. Pelo contr\u00e1rio, como muitas das empresas est\u00e3o sedeadas fora dos grandes centros populacionais, possuem um enorme impacto a n\u00edvel do emprego e da fixa\u00e7\u00e3o das pessoas em zonas geogr\u00e1ficas menos apetec\u00edveis, sendo as principais impulsionadoras da cria\u00e7\u00e3o de riqueza nesses territ\u00f3rios\u201d, afirma.<\/p>\n<p>Dado este foco nas PME, o especialista acrescenta \u201cExistem muitas empresas familiares de grande dimens\u00e3o, provavelmente na mesma ou superior propor\u00e7\u00e3o que as sociedades n\u00e3o familiares, e que s\u00e3o refer\u00eancia nas \u00e1reas de interven\u00e7\u00e3o. Nas cotadas temos a Jer\u00f3nimo Martins, a Sonae, a Corticeira Amorim, a Impresa, a Conduril,&#8230; e nas n\u00e3o cotadas Sodecia, Nors, Transportes Luis Sim\u00f5es, grupo Barraqueiro, Hovione, Bial, viagens Abreu, grupo Pestana, etc\u201d, acrescentou Ant\u00f3nio Nogueira da Costa.<\/p>\n<p><strong>Transi\u00e7\u00e3o de gera\u00e7\u00f5es<br \/>\n<\/strong>Tendo em conta que a maioria das empresas nacionais s\u00e3o familiares e tendem a aumentar, Ant\u00f3nio Nogueira da Costa refere a import\u00e2ncia de como deve ser feita esta transi\u00e7\u00e3o de gera\u00e7\u00f5es nas empresas \u201cDeve ser feita de uma forma planeada e nunca deixada ao fruto do acaso. Quando tal n\u00e3o acontece, deparamo-nos com situa\u00e7\u00f5es de passagem abrupta de testemunho, por motivos de incapacidades tempor\u00e1rias ou s\u00fabitas, o que pode implicar um imediato assumir de responsabilidades, por vezes sem se estar minimamente preparado, em contextos emotivos fortes (quando o motivo \u00e9 doen\u00e7a ou falecimento).Este contexto normalmente cria turbul\u00eancias no quotidiano da empresa, que poderiam ser evitadas num processo planeado e acompanhado\u201d, explica o especialista.<\/p>\n<p>Uma sucess\u00e3o bem sucedida demora tempo, pelo que deve ser planeada para que n\u00e3o existam surpresas. Segundo Ant\u00f3nio Nogueira da Costa, devem-se \u201cPreparar os potenciais sucessores, selecionar o(s) l\u00edder (es), preparar o papel futuro dos atuais l\u00edderes, coexistirem as v\u00e1rias gera\u00e7\u00f5es, passar o testemunho\u201d, o especialista exemplifica tal estrat\u00e9gia com o grupo Lu\u00eds Sim\u00f5es \u201cPossuem um modelo de governo que agrega tr\u00eas irm\u00e3os, tr\u00eas primos (filhos de cada um dos irm\u00e3os) e um gestor n\u00e3o familiar\u201d, acrescenta.<\/p>\n<p>Para al\u00e9m de todos estes fatores, importa salientar que um futuro gestor deve possuir \u201cForma\u00e7\u00e3o adequada e, mais que tudo, as capacidades para gerir uma sociedade onde a fam\u00edlia aparece como um relevante stakeholder que, n\u00e3o estando juridicamente contemplada, pode ser um fator de grande enorme relev\u00e2ncia e (des)vantagem competitiva\u201d, esclarece Ant\u00f3nio Nogueira da Costa.<\/p>\n<p>Se h\u00e1 uns anos era certo que os filhos seguiam as &#8216;pisadas&#8217; dos pais, hoje em dia j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 bem assim e muitas empresas deparam-se com o dilema da n\u00e3o continuidade do neg\u00f3cio. Nestas situa\u00e7\u00f5es nomear algu\u00e9m de confian\u00e7a que j\u00e1 trabalhe na empresa ou contratar um gestor, pode ser a solu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Vantagens e desvantagens<br \/>\n<\/strong>Trabalhar com a fam\u00edlia tem mais vantagens ou desvantagens? O especialista em Fam\u00edlias Empres\u00e1rias e Empresas Familiares esclarece \u201cDo ponto de vista da sociedade as vantagens surgem na maior dedica\u00e7\u00e3o e esp\u00edrito de sacrif\u00edcio das pessoas para trabalharem com mais afinco e disponibilidade; no outro lado da balan\u00e7a pesam os impactos que as diverg\u00eancias entre os familiares tenham na sua atua\u00e7\u00e3o e na atividade da pr\u00f3pria empresa, mesmo quando tenham origem em acontecimentos externas \u00e0 sociedade\u201d.<\/p>\n<p>O Jornal das Oficinas esteve \u00e0 conversa com Pedro Lebre, um dos atuais administradores da Motorbus que passou recentemente por este processo de sucess\u00e3o familiar \u201c A sucess\u00e3o na Motorbus foi feita de forma natural e sem um dia ou data definida. Desde h\u00e1 muito anos que tanto eu como o meu irm\u00e3o fazemos parte da administra\u00e7\u00e3o e do dia a dia da empresa\u201d, explicou Pedro Lebre.<\/p>\n<p>Lado a lado com o pai, \u00d3scar Lebre, Pedro garante ter sido uma sucess\u00e3o \u201cnatural e gradual\u201d, acrescenta ainda que\u00a0 \u201cOs medos e receios que poderiam ter havido desvaneceram-se no tempo, com a experi\u00eancia que fomos adquirindo e com o desenrolar natural do nosso envolvimento na empresa\u201d.<\/p>\n<p>25 anos depois, Pedro Lebre revela o que alterou na empresa com a sua entrada \u201cNos primeiros anos \u00e9ramos cinco funcion\u00e1rios, neste momento somos mais de 30 e com duas lojas abertas. A responsabilidade, as necessidades de acompanhamento, a visibilidade da empresa, a comunica\u00e7\u00e3o com clientes e fornecedores\u2026. tudo \u00e9 diferente, tudo est\u00e1 em constante evolu\u00e7\u00e3o e para isso contamos com uma equipa super profissional que, cada um na sua \u00e1rea, ajuda a gerir e desenvolver a empresa\u201d, revelou o atual administrador.<\/p>\n<p>Ant\u00f3nio Nogueira da Costa ressalva que \u00e9 importante encontrar um equil\u00edbrio entre a forma de trabalhar das novas gera\u00e7\u00f5es e das mais antigas menos habituadas \u00e0s novas tecnologias. Como? \u201cO equil\u00edbrio ser\u00e1 tanto maior quanto mais se percecionar que a coexist\u00eancia geracional, de duas ou mais gera\u00e7\u00f5es na empresa, permite conjugar a experi\u00eancia acumulada do neg\u00f3cio, em posse dos mais seniores, com as novas tecnologias, dominadas ou mais facilmente apreendidas pelos mais novos. A coexist\u00eancia geracional pode permitir uma maior capacita\u00e7\u00e3o para enfrentar os desafios e as explorar as oportunidades proporcionadas pelas novas tecnologias. A t\u00edtulo ilustrativo, pense-se na tradicional oficina autom\u00f3vel que cria la\u00e7os de liga\u00e7\u00e3o ao propriet\u00e1rio dos ve\u00edculos, com um futuro pr\u00f3ximo onde podem ser os pr\u00f3prios ve\u00edculos a decidirem quando, como, &#8230; e a que oficina v\u00e3o. Compreender os novos contextos tecnol\u00f3gicos e os futuros clientes certamente que ser\u00e1 mais f\u00e1cil pelas novas gera\u00e7\u00f5es que nasceram e vivem imersas nestas tecnologias\u201d, explicou o especialista.<\/p>\n<p>Quem passou recentemente tamb\u00e9m por esta experi\u00eancia foi a empresa Sim\u00f5es e Flor\u00eancio. Marco Sim\u00f5es e T\u00e2nia Flor\u00eancio s\u00e3o primos e s\u00e3o os novos administradores da empresa. H\u00e1 cerca de dois anos tomavam o gosto pelo aftermarket portugu\u00eas e pelo neg\u00f3cio da fam\u00edlia. Devido a um problema de sa\u00fade do antigo gestor, seu pai, Raul Sim\u00f5es, Marco viu-se tentado a dar os primeiros passos na Sim\u00f5es e Flor\u00eancio. \u201cApesar de estar h\u00e1 pouco tempo na empresa j\u00e1 acompanho as decis\u00f5es estrat\u00e9gicas h\u00e1 mais de 20 anos. As decis\u00f5es importantes, de moderniza\u00e7\u00e3o, investimento e perten\u00e7a \u00e0 rede TopCar foram j\u00e1 tomadas na altura certa, em 2010, permitindo \u00e0 empresa ter hoje continuidade e futuro\u201d, explicou Marco Sim\u00f5es.<\/p>\n<p>Hoje, o atual gestor revela que \u201cA estrat\u00e9gia e base de funcionamento foram mantidas, fizemos algum controlo de custos e adicion\u00e1mos alguns clientes atrav\u00e9s de esfor\u00e7o\u2028comercial que antes n\u00e3o existia possibilidade de fazer. Servi\u00e7os novos como\u2028recolha de viatura trouxeram alguma vantagem competitiva\u201d, revelou.<\/p>\n<p>Leia o artigo completo<a href=\"https:\/\/www.yumpu.com\/pt\/document\/read\/65252375\/jornal-das-oficinas-183\/6\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong> aqui<\/strong><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ouvimos falar diariamente que os filhos&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":15,"featured_media":18736,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[37],"tags":[],"class_list":["post-18735","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-mercado"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.4 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Sucess\u00e3o nas empresas familiares - Prioridade ao principal - Jornal das Oficinas<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/jornaldasoficinas.com\/pt\/sucessao-nas-empresas-familiares-prioridade-ao-principal\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_PT\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Sucess\u00e3o nas empresas familiares - Prioridade ao principal - Jornal das Oficinas\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Ouvimos falar diariamente que os filhos...\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/jornaldasoficinas.com\/pt\/sucessao-nas-empresas-familiares-prioridade-ao-principal\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Jornal das Oficinas\" \/>\n<meta property=\"article:publisher\" content=\"https:\/\/www.facebook.com\/jornaloficinas\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2021-02-17T11:00:46+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/jornaldasoficinas.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/shutterstock_1652696044.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"1024\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"581\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Reda\u00e7\u00e3o JO\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:creator\" content=\"@jornaloficinas\" \/>\n<meta name=\"twitter:site\" content=\"@jornaloficinas\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Reda\u00e7\u00e3o JO\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Tempo estimado de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"6 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\\\/\\\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/jornaldasoficinas.com\\\/pt\\\/sucessao-nas-empresas-familiares-prioridade-ao-principal\\\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/jornaldasoficinas.com\\\/pt\\\/sucessao-nas-empresas-familiares-prioridade-ao-principal\\\/\"},\"author\":{\"name\":\"Reda\u00e7\u00e3o JO\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/jornaldasoficinas.com\\\/pt\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/a38eef5de2c41d9e7c9ac10141afddf3\"},\"headline\":\"Sucess\u00e3o nas empresas familiares &#8211; 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