{"id":18805,"date":"2021-02-20T11:00:07","date_gmt":"2021-02-20T11:00:07","guid":{"rendered":"https:\/\/jornaldasoficinas.com\/pt\/?p=18805"},"modified":"2021-02-20T10:30:38","modified_gmt":"2021-02-20T10:30:38","slug":"as-refinarias-do-futuro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornaldasoficinas.com\/pt\/as-refinarias-do-futuro\/","title":{"rendered":"As refinarias do futuro"},"content":{"rendered":"<p><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-18806 size-full\" src=\"https:\/\/jornaldasoficinas.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/As-refinarias-do-futuro.png\" alt=\"02 - As-refinarias-do-futuro\" width=\"1024\" height=\"581\" srcset=\"https:\/\/jornaldasoficinas.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/As-refinarias-do-futuro.png 1024w, https:\/\/jornaldasoficinas.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/As-refinarias-do-futuro-300x170.png 300w, https:\/\/jornaldasoficinas.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/As-refinarias-do-futuro-150x85.png 150w, https:\/\/jornaldasoficinas.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/As-refinarias-do-futuro-768x436.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/strong><\/p>\n<p><strong>A meta da neutralidade carb\u00f3nica estabelecida para 2050 tem for\u00e7ado o setor energ\u00e9tico a \u201cmostrar servi\u00e7o\u201d aos organismos internacionais. As grandes petrol\u00edferas j\u00e1 anunciaram planos para os pr\u00f3ximos 30 anos, com projetos megal\u00f3manos que implicam investimentos multimilion\u00e1rios.<\/strong><\/p>\n<p>Este foi um assunto que inici\u00e1mos na edi\u00e7\u00e3o anterior, ao qual agora damos seguimento, explicando o caminho tra\u00e7ado para alcan\u00e7ar os \u201cCombust\u00edveis limpos para todos\u201d<\/p>\n<p>H\u00e1 um caminho para a descarboniza\u00e7\u00e3o do setor energ\u00e9tico. Quem o afirma \u00e9 a FuelsEurope, que apresentou o projeto \u201cCombust\u00edveis limpos para todos\u201d, esclarecendo de que modo se poder\u00e1 processar a transi\u00e7\u00e3o para a neutralidade clim\u00e1tica na ind\u00fastria de refina\u00e7\u00e3o, diretamente relacionada com a potencial descarboniza\u00e7\u00e3o dos transportes.\u00a0 A associa\u00e7\u00e3o que representa a ind\u00fastria da refina\u00e7\u00e3o da Uni\u00e3o Europeia (UE), na qual a portuguesa Apetro (Associa\u00e7\u00e3o Portuguesa de Empresas Petrol\u00edferas) se inclui, estima um investimento necess\u00e1rio de 30 a 40 mil milh\u00f5es de euros nos primeiros 10 anos, ascendendo a uma aposta de 400 a 650 mil milh\u00f5es de euros at\u00e9 2050, de acordo com as conclus\u00f5es do Concawe \u2013 Environmental Science for European Refining.<\/p>\n<p>O processo passar\u00e1 por produzir combust\u00edveis a partir de novas mat\u00e9rias primas que n\u00e3o as tradicionais energias f\u00f3sseis. No \u00faltimo meio s\u00e9culo as petrol\u00edferas contribu\u00edram e muito para as emiss\u00f5es totais de di\u00f3xido de carbono no mundo e \u00e9 consensual na sociedade a necessidade de passar rapidamente \u00e0 a\u00e7\u00e3o para reduzir o aquecimento global e a pegada de carbono que estamos a deixar \u00e0s gera\u00e7\u00f5es futuras.<\/p>\n<p>Deste modo, estabeleceu-se 2050 como uma meta real para atingir aquilo a que se chama de neutralidade clim\u00e1tica. Segundo a FuelsEurope, a crescente dissemina\u00e7\u00e3o de ve\u00edculos com motores el\u00e9tricos e h\u00edbridos levar\u00e1 \u00e0 diminui\u00e7\u00e3o da procura de combust\u00edveis l\u00edquidos, embora seja certo que estes continuar\u00e3o a ser muito importantes. Desde logo, porque n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel eletrificar em larga escala a maioria dos modos de transporte: avi\u00f5es, barcos e, para j\u00e1, os cami\u00f5es, pois a tecnologia ainda n\u00e3o o permite. Sendo o transporte a base da economia na Europa, tem de ter um abastecimento competitivo, seguro e acess\u00edvel. Assim, a solu\u00e7\u00e3o \u00e9 um complemento entre a eletrifica\u00e7\u00e3o e os LCLF.<\/p>\n<p><strong>O que s\u00e3o os LCLF?<br \/>\n<\/strong>Os Low Carbon Liquid Fuel (LCLF) s\u00e3o uma nova gera\u00e7\u00e3o de combust\u00edveis l\u00edquidos de baixo carbono que se preparam para substituir os combust\u00edveis atuais. Por n\u00e3o terem origem petrol\u00edfera, s\u00e3o produzidos com baixas emiss\u00f5es de di\u00f3xido de carbono, com novas mat\u00e9rias primas sustent\u00e1veis ou produzidas de forma sustent\u00e1vel (tendo em conta que o \u00f3leo de palma ser\u00e1, a partir de 2030, eliminado, em conformidade com os padr\u00f5es de sustentabilidade da UE), como \u00e9 o caso da biomassa, renov\u00e1veis, res\u00edduos e CO2 capturado.<\/p>\n<p>Para serem produzidos, no entanto, \u00e9 preciso apostar em novas refinarias, as chamadas \u00abrefinarias do futuro\u00bb, que se espera que a m\u00e9dio prazo j\u00e1 se encontrem um pouco por toda a Europa, pr\u00f3ximas de florestas, de parques e\u00f3licos ou de centrais solares, consoante as caracter\u00edsticas espec\u00edficas de cada regi\u00e3o. A europa do Leste e do Norte privilegiar\u00e1 a biomassa, os pa\u00edses costeiros o vento e os pa\u00edses do Sul, como Portugal, o sol. J\u00e1 as unidades de reciclagem de res\u00edduos devem ficar junto \u00e0s \u00e1reas urbanas.<\/p>\n<p><strong>Eni lidera transi\u00e7\u00e3o<br \/>\n<\/strong>H\u00e1 v\u00e1rias formas de produzir os biocombust\u00edveis e uma das petrol\u00edferas l\u00edderes nesta \u00e1rea \u00e9 a Eni. Como referimos na edi\u00e7\u00e3o anterior, a italiana tornou-se a primeira empresa petrol\u00edfera a comprometer-se com uma pegada de carbono zero l\u00edquida, apresentando, em 2018 os projetos que tra\u00e7ou nesse sentido. No caminho da sustentabilidade, est\u00e1 a desenvolver uma s\u00e9rie de sistemas para capturar di\u00f3xido de carbono e reutiliz\u00e1-lo, para produzir produtos e combust\u00edveis inovadores, e, simultaneamente, est\u00e1 a trabalhar em sistemas para transformar g\u00e1s natural e di\u00f3xido de carbono em metanol, um vetor de energia e um intermedi\u00e1rio para a ind\u00fastria qu\u00edmica que acredita ter grande potencial.<\/p>\n<p>De acordo com a FuelsEurope, a captura e armazenamento de carbono \u00e9 uma tecnologia chave para o setor energ\u00e9tico, ajudando a reduzir a pegada de carbono. A associa\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria da refina\u00e7\u00e3o defende que atrav\u00e9s desta via pode haver no setor dos transportes, em cerca de 15 anos, \u201cuma redu\u00e7\u00e3o interm\u00e9dia de 100 milh\u00f5es de toneladas de CO2 por ano\u201d, o equivalente a 50 milh\u00f5es de ve\u00edculos el\u00e9tricos a bateria.<\/p>\n<p>O CCS \u2013 Carbon Capture and Storage (Captura e Armazenagem) e o CCU &#8211; Carbon Capture and Utilization (Captura e Utiliza\u00e7\u00e3o) s\u00e3o duas formas efetivas de reduzir as concentra\u00e7\u00f5es de di\u00f3xido de carbono na atmosfera e limitar o aumento da temperatura m\u00e9dia global em at\u00e9 dois graus Celsius, tal como o Acordo de Paris exige. Ambas as tecnologias fazem parte da estrat\u00e9gia da Eni, que pretende ajust\u00e1-las com \u201ca combina\u00e7\u00e3o certa de g\u00e1s natural e de fontes renov\u00e1veis, economia de energia gerada pelo aumento da efici\u00eancia e a prote\u00e7\u00e3o e conserva\u00e7\u00e3o de florestas\u201d, conforme est\u00e1 explanado na sua p\u00e1gina na internet.<\/p>\n<p>A captura e reutiliza\u00e7\u00e3o de carbono faz-se, claro, junto a grandes centros emissores de di\u00f3xido de carbono, como \u00e9 o caso das centrais termoel\u00e9tricas, refinarias ou cimenteiras. O di\u00f3xido de carbono presente nos gases resultantes da combust\u00e3o \u00e9 separado e capturado, para depois ser comprimido e transportado por gasodutos ou navios de maneira a ser reutilizado.<\/p>\n<p>O principal desafio, segundo a Eni, est\u00e1 em encontrar as vias de rea\u00e7\u00e3o ao di\u00f3xido de carbono que consumam a menor quantidade de energia. Os esfor\u00e7os est\u00e3o concentrados nos fluidos i\u00f3nicos, uma tecnologia propriet\u00e1ria que torna poss\u00edvel intercetar o CO2 na atmosfera, mas com emiss\u00f5es e n\u00edveis de consumo de energia mais baixos do que os m\u00e9todos convencionais \u00e0 base de amina. Outro dos desafios \u00e9 a redu\u00e7\u00e3o qu\u00edmica de CO2 para metanol usando hidrog\u00e9nio produzido pela eletr\u00f3lise da \u00e1gua que usa eletricidade renov\u00e1vel.<\/p>\n<p>A Eni explica que tanto a tecnologia CCS como a CCU podem ser integradas no modelo de neg\u00f3cios da empresa, e salienta que a utiliza\u00e7\u00e3o do g\u00e1s capturado pode ser aplicada nas opera\u00e7\u00f5es nos setores do g\u00e1s natural e da qu\u00edmica sustent\u00e1vel. No fundo, trata-se de capturar o g\u00e1s de efeito-estufa produzido pelas ind\u00fastrias e por outras formas de atividade humana e introduzi-los num novo ciclo de produ\u00e7\u00e3o que agrega valor.<\/p>\n<p>A Uni\u00e3o Europeia vai financiar um estudo para perceber se h\u00e1 viabilidade, em Portugal, de criar estruturas para a captura e reutiliza\u00e7\u00e3o de di\u00f3xido carbono. Chama-se projeto Strategy CCUS e vai analisar a Bacia Lusitaniana, uma \u00e1rea com cerca de 20 mil quil\u00f3metros quadrados que abrange cerca de cem quil\u00f3metros da costa portuguesa.<\/p>\n<p>Outra das \u00e1reas em que a Eni tamb\u00e9m est\u00e1 a trabalhar \u00e9 no desenvolvimento de sistemas mais eficientes para transformar g\u00e1s natural e di\u00f3xido de carbono em metanol, um vetor de energia e um intermedi\u00e1rio para a ind\u00fastria qu\u00edmica com grande potencial. Por ser altamente vers\u00e1til (\u00e9 l\u00edquido \u00e0 temperatura ambiente, sol\u00favel em \u00e1gua e biodegrad\u00e1vel), mais f\u00e1cil de transportar do que o g\u00e1s natural e ainda por poder ser usado diretamente como combust\u00edvel para ve\u00edculos terrestres ou mar\u00edtimos, como uma clara redu\u00e7\u00e3o de poluentes como NOx, SOx e particulados, o metanol \u00e9 uma grande oportunidade para as ind\u00fastrias qu\u00edmica e de energia.<\/p>\n<p>Leia o artigo completo <a href=\"https:\/\/www.yumpu.com\/pt\/document\/read\/65252375\/jornal-das-oficinas-183\/10\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>aqui<\/strong><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A meta da neutralidade carb\u00f3nica estabelecida&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":15,"featured_media":18806,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[37],"tags":[],"class_list":["post-18805","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-mercado"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.4 - 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