{"id":34630,"date":"2022-11-15T08:00:13","date_gmt":"2022-11-15T08:00:13","guid":{"rendered":"https:\/\/jornaldasoficinas.com\/pt\/?p=34630"},"modified":"2022-11-15T10:45:33","modified_gmt":"2022-11-15T10:45:33","slug":"o-inconstante-futuro-da-industria-automovel-pedro-silva-opco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornaldasoficinas.com\/pt\/o-inconstante-futuro-da-industria-automovel-pedro-silva-opco\/","title":{"rendered":"O \u2018inconstante\u2019 Futuro da Ind\u00fastria Autom\u00f3vel, Pedro Silva, OPCO"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-34631\" src=\"https:\/\/jornaldasoficinas.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/OPCO-1639.jpeg\" alt=\"11 - OPCO 1639\" width=\"1024\" height=\"581\" srcset=\"https:\/\/jornaldasoficinas.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/OPCO-1639.jpeg 1024w, https:\/\/jornaldasoficinas.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/OPCO-1639-300x170.jpeg 300w, https:\/\/jornaldasoficinas.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/OPCO-1639-150x85.jpeg 150w, https:\/\/jornaldasoficinas.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/OPCO-1639-768x436.jpeg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/p>\n<p><strong>Numa entrevista exclusiva ao Jornal das Oficinas, Pedro Silva, diretor geral da OPCO deu algumas \u201cluzes\u201d de como estar\u00e1 a Ind\u00fastria autom\u00f3vel daqui em diante<\/strong><\/p>\n<p>A ind\u00fastria autom\u00f3vel est\u00e1 em constante altera\u00e7\u00e3o, estima-se que nos pr\u00f3ximos cincos anos, este setor, v\u00e1 crescer mais do que nos \u00faltimos 50 anos. Os fabricantes de equipamentos originais e os fornecedores convencionais, devem preparar-se para uma evolu\u00e7\u00e3o de tecnologias transformadoras e para uma mudan\u00e7a de comportamento do consumidor, que procura cada vez mais uma experi\u00eancia completa e individualizada. Nos pr\u00f3ximos anos, os fabricantes e fornecedores globais, v\u00e3o enfrentar alguns desafios, \u00e9 o caso dos ve\u00edculos conectados, aut\u00f3nomos, mobilidade el\u00e9trica, ind\u00fastria digital, novos canais de distribui\u00e7\u00e3o, nova estrutura de clientes e uma melhoria da interface entre o homem e a m\u00e1quina.<\/p>\n<p>Mas qual deles ser\u00e1 o futuro? Pedro Silva, diretor geral da <a href=\"https:\/\/www.opco.pt\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">OPCO<\/a>, responde a esta e a outras perguntas, numa entrevista exclusiva ao Jornal das Oficinas, sobre o futuro da ind\u00fastria autom\u00f3vel.<\/p>\n<p><strong>A ind\u00fastria autom\u00f3vel est\u00e1 a mudar a um ritmo acelerado. Quais os novos desafios que fornecedores e fabricantes v\u00e3o enfrentar?<br \/>\n<\/strong>Creio que desafios \u00e9 a palavra adequada e, nesse caso, temos que dividir em dois tipos. Por um lado, temos os desafios imediatos, com as altera\u00e7\u00f5es das cadeias de fornecimento, as faltas de mat\u00e9ria-prima e as altera\u00e7\u00f5es na procura e oferta, onde j\u00e1 come\u00e7amos a incluir amea\u00e7as a m\u00e9dio-prazo, por exemplo, entre as formas de mobilidade. Por outro lado, temos os desafios a m\u00e9dio-longo prazo. Neste caso, h\u00e1 que questionar: que tipo de mobilidade ir\u00e1 prevalecer? El\u00e9trica, hidrog\u00e9nio ou outra? Ent\u00e3o e os desafios relativos \u00e0 utiliza\u00e7\u00e3o ou partilha do autom\u00f3vel? Claro que todos estes ir\u00e3o moldar a oferta a curto, m\u00e9dio e longo prazo e, tal como na evolu\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies, aquele que se conseguir adaptar melhor, prevalecer\u00e1.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>Quais as principais mudan\u00e7as que a ind\u00fastria autom\u00f3vel est\u00e1 a atravessar?<br \/>\n<\/strong>A ind\u00fastria autom\u00f3vel est\u00e1 a enfrentar diversas mudan\u00e7as. Desde as fontes de energia, a disponibilidade dessas mesmas fontes, bem como de mat\u00e9ria-prima, as altera\u00e7\u00f5es na procura ou na serviciliza\u00e7\u00e3o da mobilidade. H\u00e1 alguns anos, quando iniciei a minha carreira nesta ind\u00fastria, pod\u00edamos centrar as altera\u00e7\u00f5es em termos de design\/marketing ou, a n\u00edvel de ind\u00fastria, em quem conseguia otimizar as cadeias de fornecimento, a produ\u00e7\u00e3o e a entrega. Hoje, para al\u00e9m dessas vari\u00e1veis, muitas mais se unem, inclusive com novos <em>players<\/em> no mercado. Quem diria, h\u00e1 20 anos, que empresas como a Google ou a Apple poderiam vir a ser <em>players<\/em> nesta ind\u00fastria? A partir daqui, temos todas as vari\u00e1veis em cima da mesa, numa verdadeira mudan\u00e7a de paradigma.<\/p>\n<p><strong>Assistimos a um novo paradigma na ind\u00fastria autom\u00f3vel: a mudan\u00e7a na estrutura de clientes. A mudan\u00e7a de um sistema baseado no ve\u00edculo pr\u00f3prio para um sistema baseado no ve\u00edculo partilhado. O <em>\u201cMobility on demand\u201d <\/em>ser\u00e1 o futuro?<br \/>\n<\/strong>Esta \u00e9 uma excelente pergunta, especialmente para algu\u00e9m da minha gera\u00e7\u00e3o, mas acredito que sim, que seja o futuro. Algu\u00e9m nascido no s\u00e9culo XX est\u00e1 ainda muito ligado \u00e0 disponibilidade do carro, \u00e0 imagem que este transmite, ao conceito de posse mas, olhando para as novas gera\u00e7\u00f5es, como a dos meus filhos, v\u00ea-se que o futuro ser\u00e1 muito diferente. Esta nova gera\u00e7\u00e3o j\u00e1 procura um servi\u00e7o, querem flexibilidade, e a economia mundial est\u00e1 a dar-lhes raz\u00e3o. N\u00e3o querem um hor\u00e1rio \u201cnine to five\u201d para pagar, entre outras coisas, o carro. Querem sim flexibilidade, disponibilidade, autonomia e isso, sim, definir\u00e1 a forma de desloca\u00e7\u00e3o no futuro. Creio que ainda subsistir\u00e1 algum sentido de posse no que diz respeito aos ve\u00edculos autom\u00f3veis, mas receio que seja mais uma esperan\u00e7a de algu\u00e9m que nasceu no s\u00e9culo XX, como eu, do que uma realidade futura.<\/p>\n<p><strong>Ter\u00e1 Portugal profissionais especializados capazes de dar vaz\u00e3o \u00e0s necessidades atuais? O que \u00e9 necess\u00e1rio fazer?<br \/>\n<\/strong>Acredito que profissionais ter\u00e1, certamente. Quanto \u00e0 nacionalidade, h\u00e1 que pensar num mercado global, apesar das tend\u00eancias atuais nos levarem mais pela localiza\u00e7\u00e3o, ao inv\u00e9s da globaliza\u00e7\u00e3o. Se nos referirmos apenas \u00e0s compet\u00eancias, n\u00e3o tenho d\u00favidas de que \u201cn\u00e3o devemos nada a ningu\u00e9m\u201d. N\u00e3o me refiro aos rec\u00e9m-licenciados, onde ainda vejo um caminho a percorrer, especialmente no que diz respeito \u00e0 adapta\u00e7\u00e3o \u00e0s empresas, quando entram no mercado de trabalho. No entanto, se estivermos a falar de profissionais com alguns anos de experi\u00eancia (3 a 5 anos), a\u00ed podemos estar descansados. Contudo, h\u00e1 que olhar este aspeto sob outro prisma, que tem exatamente a ver com as novas tecnologias e \u00e0s compet\u00eancias a estas associadas. Aqui sim, h\u00e1 que ser c\u00e9lere e adaptar conte\u00fados program\u00e1ticos e qualifica\u00e7\u00f5es, entre outros, \u00e0s novas necessidades.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>Diz-se que os ve\u00edculos tradicionais de combust\u00e3o interna, os h\u00edbridos e os el\u00e9tricos a bateria, dever\u00e3o coexistir globalmente at\u00e9 2030. \u00c9 uma realidade ou o futuro passa apenas pela mobilidade el\u00e9trica ou hidrog\u00e9nio?<br \/>\n<\/strong>Creio que ainda \u00e9 cedo para dizer e, sejamos honestos, entre mobilidade el\u00e9trica e hidrog\u00e9nio, ainda h\u00e1 muito caminho para ser tra\u00e7ado. \u00c9 necess\u00e1rio trabalhar, desenvolver, adaptar e decidir e, no entretanto, certamente outras tecnologias aparecer\u00e3o, como por exemplo, combust\u00edveis \u201cverdes\u201d, pelo que, entre a vontade pol\u00edtica e a exequibilidade tecnol\u00f3gica, h\u00e1 muito trabalho pela frente. De qualquer forma, quanto \u00e0 coexist\u00eancia, creio que ser\u00e1 uma realidade, pois as necessidades s\u00e3o v\u00e1rias. Se virmos entre as necessidades de uma transportadora e as de um cidad\u00e3o, e cruzarmos com as tecnologias existentes, verifica-se facilmente que o que serve a um, n\u00e3o servir\u00e1 ao outro. Assim, coexist\u00eancia sim, el\u00e9tricos, h\u00edbridos ou hidrog\u00e9nio sim, mas provavelmente com ainda mais vari\u00e1veis pelo meio.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>Quais as previs\u00f5es para 2023 em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 falta de mat\u00e9rias-primas?<br \/>\n<\/strong>Esta \u00e9 uma quest\u00e3o bastante desafiante, neste caso devido a v\u00e1rios fatores. Em rela\u00e7\u00e3o a mat\u00e9rias-primas de base, como a\u00e7o, pol\u00edmeros, entre outros, o mercado est\u00e1 a estabilizar, mas pende a quest\u00e3o dos pre\u00e7os. Relativamente a mat\u00e9rias-primas como chips e semicondutores, entre as guerras comerciais e boicotes, por exemplo dos EUA \u00e0 China, o mercado voltar\u00e1 tamb\u00e9m a estabilizar, mas as consequ\u00eancias que podem advir de fatores geopol\u00edticos s\u00e3o dif\u00edceis de prever. No que toca a mat\u00e9rias-primas como l\u00edtio, cobalto ou outros necess\u00e1rios \u00e0s novas formas de mobilidade, j\u00e1 em 2018, quando uma das OEM\u2019s alem\u00e3s colocou como objetivo passar totalmente para a mobilidade el\u00e9trica, no prazo de alguns anos, a produ\u00e7\u00e3o mundial de cobalto n\u00e3o chegaria para os volumes de produ\u00e7\u00e3o dessa OEM, quanto mais para as restantes aplica\u00e7\u00f5es. Ter\u00e1 que se garantir uma converg\u00eancia entre as reservas, formas de extra\u00e7\u00e3o e processamento e as tecnologias dispon\u00edveis. Ainda em rela\u00e7\u00e3o a este tema, e como o assunto n\u00e3o se pode ver apenas do ponto de vista de exist\u00eancias, mas tamb\u00e9m do ponto de vista de mercados, creio que 2023 ser\u00e1 um ano ainda afetado por este tema.<\/p>\n<p><strong>Quais os apoios do estado para a ind\u00fastria autom\u00f3vel?<br \/>\n<\/strong>Relativamente a este tema, temos v\u00e1rios projetos dispon\u00edveis, desde apoios \u00e0 forma\u00e7\u00e3o, apoios \u00e0 inova\u00e7\u00e3o, incluindo inova\u00e7\u00e3o produtiva, apoios \u00e0 transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica, entre v\u00e1rios outros.<\/p>\n<p>Acredito que seja um tema dif\u00edcil, especialmente para a t\u00edpica PME portuguesa, pelo que o contacto com as associa\u00e7\u00f5es industriais \u00e9 de extrema import\u00e2ncia. Associa\u00e7\u00f5es como a MOBINOV ou a AFIA, para al\u00e9m de outras associa\u00e7\u00f5es ligadas \u00e0s v\u00e1rias tecnologias do setor autom\u00f3vel, ser\u00e3o o melhor caminho no sentido de apoiar as empresas nesse percurso.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>Como vai estar a ind\u00fastria autom\u00f3vel em 2030?<br \/>\n<\/strong>Esta \u00e9 uma quest\u00e3o para a qual tamb\u00e9m eu gostaria de ter uma resposta mais clara e objetiva. N\u00e3o h\u00e1 certezas, mas podemos antecipar algumas situa\u00e7\u00f5es, como a tend\u00eancia para novas formas de mobilidade, o avan\u00e7o na condu\u00e7\u00e3o aut\u00f3noma e novos <em>players <\/em>como a Google a Apple ou outras tecnol\u00f3gicas, com um papel cada vez mais presente no setor. Por outro lado, poderemos tamb\u00e9m assistir, eventualmente, a uma tend\u00eancia de diminui\u00e7\u00e3o nos volumes de produ\u00e7\u00e3o, dadas as novas tend\u00eancias de <em>car sharing<\/em>, por exemplo. Tamb\u00e9m fus\u00f5es ou aquisi\u00e7\u00f5es, talvez n\u00e3o tanto a n\u00edvel de OEM\u2019s, mas sim a n\u00edvel dos grandes Tier 1, como j\u00e1 se vem sentindo h\u00e1 algum tempo, n\u00e3o s\u00f3 para consolidar tecnologias, como tamb\u00e9m como forma de fazer frente ao poder e peso das OEM\u2019s.<\/p>\n<p><strong>De que modo eventos como o Automotive Summit s\u00e3o importantes para acompanhar a acelera\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria autom\u00f3vel?<br \/>\n<\/strong>Eventos como o Automotive Summit, em particular num pa\u00eds de pequena dimens\u00e3o, como \u00e9 o caso de Portugal, s\u00e3o, no nosso entender, fundamentais para nivelar e, como \u00e9 nosso moto, partilhar conhecimento. A n\u00edvel empresarial, vemos este evento n\u00e3o como um modelo de neg\u00f3cio, com o lucro como objetivo, mas sim como o criar de um espa\u00e7o de network e partilha necess\u00e1rio a v\u00e1rios n\u00edveis: partilha de conhecimento e experi\u00eancias, aproxima\u00e7\u00e3o de clientes a potenciais fornecedores e promo\u00e7\u00e3o do <em>networking<\/em> entre profissionais. Al\u00e9m disso, h\u00e1 tamb\u00e9m espa\u00e7o para explorar a aproxima\u00e7\u00e3o de produtores, prestadores de servi\u00e7os, associa\u00e7\u00f5es, universidades e outros <em>players<\/em>. Acima de tudo, esperamos, cada vez mais, que este evento seja mais um exemplo daquilo que espalha o que \u00e9 bem feito em Portugal.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Numa entrevista exclusiva ao Jornal das&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":15,"featured_media":34631,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[38],"tags":[2849],"class_list":["post-34630","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-entrevistas","tag-opco"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.4 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>O \u2018inconstante\u2019 Futuro da Ind\u00fastria Autom\u00f3vel, Pedro Silva, OPCO - Jornal das Oficinas<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Os fabricantes de equipamentos originais e os fornecedores convencionais, devem preparar-se para uma evolu\u00e7\u00e3o de tecnologias transformadoras.\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/jornaldasoficinas.com\/pt\/o-inconstante-futuro-da-industria-automovel-pedro-silva-opco\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_PT\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"O \u2018inconstante\u2019 Futuro da Ind\u00fastria Autom\u00f3vel, Pedro Silva, OPCO - 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