A valvoline está com uma ofensiva de produto sem precedentes, tendo os refrigerantes/anticongelantes, a linha de car caree os aditivos sido as mais recentes adições ao seu portefólio.
Paulo Santos, brand manager, refere mesmo que, “neste momento, creio que somos uma das marcas com maior nível de serviço e oferta em Portugal”.
Embora esteja presente no nosso país desde 1985, foi a partir de 2010, quando a KRAUTLI Portugal “pegou” na Valvoline, a pedido desta, que a marca tem tido um desenvolvimento sem precedentes. Agora, com a adição dos refrigerantes/anticongelantes, da linha de car caree dos aditivos, a oferta está mais completa do que nunca.
Paulo Santos, brand managerda Valvoline, explica, nesta entrevista, as razões que levaram a marca a aumentar o seu portefólio de produtos, em que consistem as novidades e quais são as grandes áreas de intervenção no mercado.
A Valvoline é, hoje, muito mais do que uma marca de lubrificantes. Concorda com esta afirmação?Em absoluto. Essa é uma realidade que está no ADN da Valvoline, desde 1866. O grande objetivo da marca passa por ser um parceiro global, com uma oferta muito diversificada.
Não só em termos de lubrificantes mas, também, noutras vertentes, como refrigerantes/anticongelantes, anticorrosivos, produtos de car caree aditivos. O grande objetivo da Valvoline é poder fornecer a um profissional do setor automóvel uma gama de produtos que tornam a marca numa forte aliada no seu dia a dia.
A que se deve o alargamento da oferta de produtos ao longo dos anos?
Deve-se, essencialmente, às novas tecnologias adotadas pelas viaturas. A “pressão” a que os construtores de automóveis têm sido submetidos ao longo dos últimos anos, tem levado a Valvoline a disponibilizar uma gama muito mais alargada, não só de lubrificantes como, também, de refrigerantes/anticongelantes e aditivos.
A sensibilização dos profissionais do setor ao longo dos últimos anos, fruto do elevado número de ações que temos levado a cabo de uma forma muito consolidada, tem garantido uma evolução na procura de produtos e soluções adequadas as reais necessidades dos equipamentos.
Leia a entrevista completa na edição de novembro de 2019 do Jornal das Oficinas.

