Grupo Alves Bandeira realiza cimeira sobre transição energética

O Grupo Alves Bandeira realizou a cimeira “B+ Summit Portugal“, a 1 e 2 de outubro na Fundação Champalimaud, em Lisboa, tendo como principal temática a descarbonização e a transição energética nos setores do transporte e mobilidade
Especialistas do setor, incluindo líderes empresariais e políticos, reuniram-se nos dias 1 e 2 de outubro na B+ Summit Portugal – uma cimeira organizada pelo Grupo Alves Bandeira – para apresentar e debater soluções fundamentadas, realistas e capazes de serem implementadas num curto-prazo, com o objetivo de reduzir de forma imediata as emissões de dióxido carbono.
“De entre as várias soluções de energia hoje existentes, a Europa tinha vindo a investir e apostar quase unicamente na mobilidade elétrica, como sendo a única solução de futuro. No entanto, talvez resultante da perceção real da sua dependência energética, colocada a descoberto ao longo destes últimos anos de conflito mundial, a União Europeia tem vindo a perceber que o único caminho para um futuro mais verde passa por uma transição inclusiva e não exclusiva”, referiu a empresa em comunicado.
Neste contexto, o Grupo Alves Bandeira, enquanto um dos principais grupos económicos portugueses e membro fundador da EDIP, a qual, por sua vez, se juntou também recentemente à Plataforma de Combustíveis de Baixo Carbono, tem vindo a defender, não só o investimento e distribuição de novas fontes de energia, como a eletricidade, mas também a aposta nos combustíveis de baixo carbono, que incluam os biocombustíveis sustentáveis, combustíveis sintéticos ou o biometano.
“Apesar da transição energética só ser possível de ser realizada recorrendo a um mix de fontes renováveis, a verdade é que os biocombustíveis apresentam-se como uma energia limpa, eficiente e de rápida e fácil implementação. Por um lado, têm a vantagem de ser compatíveis com as atuais infraestruturas de distribuição e produção europeias e, por outro, ao recorrerem a um processo de economia circular, assente na reciclagem de matéria-prima residual e orgânica, permitem ainda reduzir a respetiva pegada ecológica”, explicou.
Apesar de Portugal representar apenas 0,12% e a Europa 1,5% das emissões a nível mundial, “a verdade é que todos somos chamados a entrar neste caminho de descarbonização, sem, no entanto, colocarmos em causa a nossa sustentabilidade económica, em especial quando vivemos num mundo altamente competitivo, onde existem diferenças evidentes entre os vários países a nível mundial”, concluiu.




