Hella Gutmann lança MEGA MACS X

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Com o lançamento do mega macs X, a Hella Gutmann revoluciona a forma como o operador trabalha e comunica com o veículo. Esta nova solução de diagnóstico está na vanguarda da técnica e é tão prática como nunca. A comunicação com os veículos encontra-se numa fase de transformação. Foi por isso que a Hella Gutmann repensou completamente o mundo do diagnóstico e dos dados, criando o mega macs X

Tal como o utilizador do veículo, também os profissionais da oficina devem poder decidir individualmente quais os módulos de função e tipos de dados de que necessitam para o diagnóstico multimarcas e qual o hardware de operação. Com o mega macs, isto é apenas uma questão de configuração. E além disso, o mega macs X agora é compatível com PassThru e DoIP.

Pequeno, compacto e sofisticado, o dispositivo de diagnóstico automóvel recentemente desenvolvido pela Hella Gutmann estabelece novos padrões – em termos de funcionalidade e design. Destinado principalmente a oficinas independentes, o mega macs X lê códigos de falhas, bem como dados de sistema e de condução de uma vasta gama de modelos de veículos de todos os fabricantes conhecidos através da interface de bordo. Em seguida, transmite-os sem fios para um tablet, notebook ou PC externo, onde a análise real começa com o software apropriado de Hella Gutmann.

Para Frederico Abecassis, responsável da Hella Gutmann em Portugal “O lançamento do mega macs X foi feito na altura certa, porque estamos a chegar a um ponto em que temos de mudar o paradigma do diagnóstico automóvel, senão não temos negócio. O hardware destes equipamentos é cada vez mais económico e se nós estamos a montar um negócio de equipamento oficinal de diagnóstico e ferramentas para as oficinas, é importante que isto seja um negócio interessante para todos, porque o que acontece é que as licenças não têm a sequência que deveriam de ter e o negócio não tem continuidade”.

O princípio que está por trás do novo mega macs X é o pay per view (pagar para ver), já muito utilizado nos canais por cabo da televisão e nos jogos online. As atualizações fazem agora parte do equipamento e o que a Hella Gutmann cobra no final do ano é uma licença sobre a utilização de determinadas funções, sendo o cliente que escolhe essas funções. “O cliente numa determinada altura pode ter as funções máximas, mas se entretanto tiver uma baixa de atividade na oficina pode regredir e vai para o mínimo essencial, ou seja, é um equipamento super versátil”.

A máquina em si tem três componentes: o hardware, o software e a licença que são indissociáveis uns dos outros. Ou seja, ele não funciona sem qualquer um destes três elementos. O software e o hardware o cliente só paga uma vez quando compra o equipamento, portanto é um pagamento único. A licença é um pagamento anual, e que depois varia em função daquilo que o cliente contrata do pacote que escolheu.