Multa no estrangeiro? Vai mesmo parar à caixa de correio

06 - Multa no estrangeiro Vai mesmo parar a caixa de correio

Quantas vezes já não ouviu “Fui multado no estrangeiro mas a multa não chega a casa”? A verdade é que as multas impostas no estrangeiro não podem ser ignoradas, elas chegam mesmo a casa devido à normativa impulsionada pela União Europeia que permite que todos os países da UE partilhem os seus dados para, através da matrícula, localizar o condutor ou proprietário do veículo com o qual se cometeu a infração e comunicar, por escrito, a sanção

De acordo com os últimos dados da Pordata 1 , cerca de metade da população portuguesa viajou em turismo em Portugal ou no estrangeiro. Dada a elevada percentagem, as sanções podem ser consideráveis anualmente.

As infrações mais comuns estão relacionadas com o excesso de velocidade, utilizar a faixa errada, passar um semáforo vermelho ou não colocar o cinto de segurança.

“Também são muito comuns as sanções por estacionar em lugares não definidos ou por não pagar a tarifa correspondente nas zonas de estacionamento regulado”, afirmou Jennifer Amador Tavares de Sousa Diretora para Portugal do EasyPark Group. A maioria dessas sanções estão provocadas pelo “desconhecimento das normas de circulação de cada país”, explicou Sousa, “pelo que utilizar aplicações com cobertura internacional ajuda os condutores a evitar surpresas desagradáveis durante as férias.”

A Comissão Europeia oferece aos condutores dos estados membros uma app gratuita que recolhe as principais normas de segurança rodoviária. Ainda assim, a app de estacionamento EasyPark permite aos seus utilizadores gerir os seus estacionamentos em mais de 2200 cidades na Europa, o que inclui iniciar, prolongar ou parar o tempo de estacionamento e pagar através do telemóvel no seu próprio idioma, sem ser necessário realizar atualizações, já que é a própria aplicação que se adapta à normativa de cada cidade.

“Usar este tipo de aplicações é um claro exemplo de como a tecnologia se coloca ao serviço dos condutores para lhes facilitar a condução e melhorar, em consequência, a mobilidade e o tráfego nas grandes cidades”, afirmou Jennifer Amador Tavares de Sousa.