I Convenção Official MEYLE Dealer foi um sucesso

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A Auto Delta, em conjunto com a MEYLE, levou a cabo, na Associação Empresarial da Região de Leiria (NERLEI), a I Convenção Official MEYLE Dealer (OMD), que contou com a presença dos 18 distribuidores que integram, atualmente, este projeto.

Foi a I Convenção Official MEYLE Dealer (OMD) em Portugal. Depois da apresentação do conceito no Salão expoMECÂNICA, em maio, na Exponor, na altura com 14 distribuidores, hoje fazem parte do projeto 18 parceiros. Mais uma prova da excelente relação que o fabricante de Hamburgo mantém com a Auto Delta, que data de 2004.

Depois do discurso de boas-vindas de Marcelo Silva, diretor de operações da Auto Delta, da pequena apresentação por parte de Tiago Domingos, responsável de marketing e comunicação da Auto Delta, e da intervenção de Lars Peters, que tem a seu cargo os mercados do sul da Europa da MEYLE, Almerindo Alfaiate, gestor de compras da Auto Delta, fez um périplo sobre os diversos componentes do fabricante.

O programa prosseguiu com um ciclo de pequenas intervenções. Carla Marques, business manager da N Peças, e Paulo Prino, manager da M.A.E., iniciaram as palestras. “A qualidade do serviço, a proximidade ao cliente e as pessoas são os fatores preponderantes do negócio. Mais do que o preço. O mais importante é vender valor. Sem esquecer as pessoas, uma vez que são elas que fazem os negócios e as empresas”, enalteceram os responsáveis.

O segundo painel coube a Bernardo Lopes, brand development manager da Auto Delta, e João Teixeira, commercial manager da Autoaval, que abordaram a eletrificação do veículo e, consequentemente, do setor. Modelos híbridos, híbridos plug-in e elétricos foram o tema de conversa. Tudo a pensar nas questões ambientais relacionadas com consumos e emissões.

O futuro do automóvel no século 21. Foi este o tema da terceira palestra. Marco Pereira, brand development manager da Auto Delta, e Soenke Schwenck, cooling/filter/damping product manager da MEYLE, tentaram encontrar respostas às seguintes perguntas: Como será o automóvel do futuro? Quais serão as características do parque automóvel? Eletrificação e condução autónoma serão as soluções mais viáveis?

O quarto (e último) debate da convenção abordou os produtos de qualidade superior vs foco no preço. António Franco, store manager da Viseldiesel Figueira, e Thomas Schwarz, S&S product manager da MEYLE, foram os intervenientes. “Quem não tiver qualidade, no futuro fechará a porta”, referiu António Franco. Por seu turno, Thomas Schwarz frisou que “a qualidade permanecerá quando o preço tiver sido esquecido”.

Depois do coffee break, Manuel Pena, responsável pelo projeto CGA Car Service, fez uma apresentação sobre o futuro das redes oficinais. Depois de exibir um vídeo sobre a evolução do automóvel, abordou o papel que as oficinas têm de desempenhar. Muita oferta, muita globalização e conceitos variados foram alguns dos tópicos.

Em seguida, Dominik Overmann, electronics product manager, fez uma apresentação surpreendente sobre dados relativos aos automóveis. “Sabiam que há 15 anos existia apenas um sensor em toda a linha de escape e que, hoje, são entre 12 e 16 num veículo Euro 6d-TEMP? Alguns deles irão avariar. Isto são boas notícias para a MEYLE”. E lançou outra pergunta: “Sabiam que existem num automóvel entre 130 e 275 peças eletrónicas de substituição?”

Coube a Guillermo de Llera, responsável da IF4, encerrar a convenção. E logo com uma apresentação sobre as tendências do parque automóvel nacional, que, segundo disse, aumentou 11% desde 2015. 1999, 2000 e 2001 foram os anos dourados em termos de vendas em território português. De acordo com Guillermo de Llera, 33% do parque tem 15 anos ou mais, 33% entre sete e 14 anos e 33% menos de sete anos.