Move2Green: A certificação sustentável da MAPFRE chega a Portugal

02 - Move2Green

O CESVIMAP, centro de experimentação e segurança rodoviária da MAPFRE, apresentou no dia de hoje, a sua mais recente certificação Move2Green, que tem como objetivo reconhecer oficinas de chapa e pintura comprometidas com a sustentabilidade ambiental

A Move2Green pretende minimizar o impacto ambiental das oficinas, ajudando a gerir recursos, reduzir resíduos e emissões, aliando-se com a responsabilidade socioambiental da MAPFRE.

A ser desenvolvida desde abril de 2022, esta certificação exclusiva para oficinas de chapa e pintura, é atribuída com base na avaliação da otimização do consumo energético, da utilização de produtos sustentáveis, da redução de emissões de gases de efeito estufa, da gestão de resíduos, da comunicação de práticas sustentáveis e da conformidade com normas ambientais, como a ISO 14001 e ISO 50001.

As oficinas certificadas poderão assim diferenciar-se do mercado; ter uma conformidade regulatória; uma reputação aprimorada; atrair talentos e ter acesso facilitado a financiamentos.

Pedro Arroyo, Diretor de Desenvolvimento de Negócio do CESVIMAP, relevou que se trata de “mais um exemplo de economia circular” onde foram “utilizados mais de 40 anos de experiência com o objetivo de destacar e certificar oficinas de chapa e pintura comprometidas com a sustentabilidade”. Questionado sobre como podem as oficinas obter este distintivo sustentável, o Diretor de Desenvolvimento, explicou “as oficinas podem e devem candidatar-se proativa e individualmente, ou através de parceiros como a MAPFRE, Axalta, BASF e Fondomovil. O processo é todo online e tem a duração média de 2 horas, envolve registo, autoavaliação com envio de evidências, posterior análise pelo CESVIMAP e emissão de certificado, relatório e selo digital”.

Apesar de ser um recém chegado ao nosso país, o Move2Green conta com mais de 250 oficinas certificadas em Espanha e pretende chegar a todas as oficinas com acordos MAPFRE em Portugal. Atualmente, 11 oficinas portuguesas já se encontram na fase inicial de certificação. Pedro Arroyo expressou estar expectante com a aceitação do mercado português “temos a esperança que a nossa entrada neste mercado seja muito relevante e que tenha tanta aceitação como teve em Espanha”. Deixando uma promessa “dentro de dois anos queremos estar ainda mais exigentes, queremos que seja o mais universal possível, queremos contribuir para o objetivo da MAPFRE de alcançar a neutralidade carbónica até 2030”.

O certificado tem um custo de quatrocentos euros, validade de dois anos, com revisão dos avanços e implementação de novas ações para melhoria contínua.

Assista à entrevista completa com Pedro Arroyo, aqui.