Aftermarket Lusitano

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Estima-se que o volume total do aftermarket em Portugal ronde os 2MM€. Tendo em conta que a LKQ adquiriu o distribuidor Alemão Stahlgruber por este valor, temos de ter noção da nossa dimensão em termos Europeus

Se nos quisermos comparar com outros países ao nível da nossa população, então temos a Grécia, República Checa, Hungria e Suécia. Se nos quisermos comparar com o parque automóvel por 1.000 habitantes, conforme o Quadro I nos mostra, estamos na média europeia com a Alemanha e a República Checa um pouco acima, e o Reino Unido e a França um pouco abaixo. Se olharmos apenas aos números em causa, até parece que tudo está bem para o aftermarket Lusitano. Mas não está. A cadeia de distribuição em Portugal é muito menos disciplinada em termos de preços das peças, que em outros países da Europa Central, fazendo com que os preços de venda ao consumidor, sejam inferiores. Por outro lado, a mão-de-obra nesses países é substancialmente superior. Isto é dizer que se fizermos o mesmo trabalho que outros, o valor de mercado acaba por ser inferior, comparativamente.

Estando cientes das brutais incertezas que assolam a nossa indústria a nível global, e ainda adicionando as incertezas que assolam o nosso país, as boas notícias é que as principais entidades que estudam o aftermarket europeu, continuam a referir crescimento nos próximos anos, conforme o Quadro II nos mostra. Apesar de termos um aftermarket pequeno em relação a outros mercados europeus, tal não quer dizer que tenhamos um mau aftermarket. Os nossos players, em muitos casos, ombreiam com o que melhor há no mundo neste setor.

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